Interacción playa-dunas frontales

la importancia de la formación continua del docentes de Educación Infantil

Autores/as

  • Giseli Modolo Vieira Machado Universidad Federal de Espírito Santo
  • Branco Mateus Murata Eguchi Universidade Federal do Espírito Santo
  • Luiz Otávio Martins Duarte Universidade Federal do Espírito Santo

DOI:

https://doi.org/10.46789/edugeo.v16i26.1469

Palabras clave:

erosión costera, educación permanente, educación inicial, Interacción playa-dunas frontales

Resumen

Este artículo expone la percepción de los educadores de Educación Inicial (EPI) sobre la erosión costera y el aumento del nivel de la mar lograda después del curso de perfeccionamiento "¿Conozcamos nuestra playa?" ofrecido por profesores y estudiantes de posgrado, con el fin de compartir conocimientos científicos y promover la conciencia ambiental. Además, esa investigación realiza el diagnóstico de la formación continua en EPI y de las demandas de los docentes. La metodología consistió en la aplicación de dos cuestionarios después de clases magistrales y actividades de campo realizadas con docentes y estudiantes del Centro Municipal de Educación Parvulario de un municipio costero del estado de Espírito Santo (ES). El primero cuestionario tenía como objetivo comparar el conocimiento de los profesores con los de los usuarios de la playa en el Gran Vitória/ES y el segundo abordó el conocimiento de los temas discutidos durante el curso. Los resultados demuestran que los docentes, después del curso, han desarrollado la capacidad de comprender los procesos costeros y han identificado claramente las características del sistema playa-restinga, destacándose en relación con el conocimiento de la población general. Al inicio de la investigación, aproximadamente el 90% de los docentes desconocían que la posición de la costa cambiaba con el tiempo y el 78% dijeron que no tenían conocimientos previos de que las dunas frontales representaban reservas de sedimentos y que la playa en equilibrio se puede recuperarse naturalmente de una tormenta. Se concluye que la adquisición de conocimientos y apropiación de conceptos y procesos por parte de los educadores han sido evidentes.

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Biografía del autor/a

Giseli Modolo Vieira Machado, Universidad Federal de Espírito Santo

Graduação em Geografia pela Universidade Federal do
Espírito Santo, UFES (2004); Mestrado em Ciências (Geografia) pela
Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ (2007) na área de
Geomorfologia Costeira; Doutorado em Oceanografia Ambiental na área de
Oceanografia Geológica pela UFES (2014), com sanduíche na University of
Wollongong (Austrália); Pós-doutorado em Geografia pela UFES (2015-2018) e
(2018-2020) atuando como pesquisadora visitante na University of Wollongong,
Austrália (2019) e Pós-doutorado em Oceanografia Ambiental pela UFES
(2022-2024), onde desenvolveu atividades relacionadas ao Programa de
Monitoramento da Biodiversidade Aquática da área ambiental (PMBA) nas
praias do litoral norte do Espírito Santo, região do Rio Doce. Atualmente é
professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Geografia e
professora colaboradora do curso de Graduação em Geografia da UFES. Tem
experiência em docência, pesquisa e consultoria na área de Geociências, com
ênfase em Sedimentologia, Geomorfologia Costeira e Geografia Costeira,
atuando principalmente nos seguintes temas: evolução dos ambientes
costeiros, variação relativa do nível do mar, morfodinâmica praial e
vulnerabilidade costeira.

Branco Mateus Murata Eguchi, Universidade Federal do Espírito Santo

Graduado em Oceanografia pela Universidade Federal do Espirito Santo em 2015. Mestre em Oceanografia Ambiental pela Universidade Federal do Espírito Santo. Doutorando em Oceanografia Ambiental pela Universidade Federal do Espírito Santo. Foco de trabalho em hidrodinâmica costeira.

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Publicado

2026-03-19

Cómo citar

Machado, G. M. V., Eguchi, B. M. M., & Duarte, L. O. M. (2026). Interacción playa-dunas frontales: la importancia de la formación continua del docentes de Educación Infantil . Revista Brasileira De Educação Em Geografia, 16(26), 12–33. https://doi.org/10.46789/edugeo.v16i26.1469