ESCOLA, PARA QUE TE QUERO!?

Distensões sobre os sentidos da educação pública e a ideia de manejo de contextos

Autores/as

  • Daniel Luiz Stefenon Unicentro
  • Cláudia do Carmo Rosa UEG

DOI:

https://doi.org/10.46789/edugeo.v10i19.911

Resumen

Este artigo objetiva problematizar distensões acerca dos sentidos e finalidades da educação pública a partir do debate sobre as interações entre os paradigmas da igualdade e da diversidade. Apresenta bases e implicações da operacionalização desses paradigmas no campo educacional, destacando contradições e disputas na conformação dos currículos que decorrem dessa interação. Como estratégia de diálogo entre estes paradigmas, sugere-se o debate em torno da teoria dos códigos e da ideia de manejo de contextos de Basil Bernstein, como dispositivos intelectuais para a compreensão das diferentes demandas e tensões em torno da educação pública. Busca-se também refletir sobre como os discursos disciplinares especializados se recontextualizam e se relacionam com diferentes e desiguais contextos de realização das aprendizagens. Por fim, destaca-se o papel das referidas proposições de Bernstein na promoção de uma escola mais justa, ou seja, comprometida com o reconhecimento e valorização das diferenças e com o acesso mais igualitário às diversas formas de saberes que compõem os currículos escolares.

Palavras-chave

Educação pública, Currículos, Manejo de contextos, Escola justa

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Publicado

2020-07-24

Cómo citar

Stefenon, D. L. ., & Rosa, C. do C. . (2020). ESCOLA, PARA QUE TE QUERO!? Distensões sobre os sentidos da educação pública e a ideia de manejo de contextos. Revista Brasileira De Educação Em Geografia, 10(19), 91–104. https://doi.org/10.46789/edugeo.v10i19.911